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Como inserir fontes no Ubuntu?

Como inserir fontes no Ubuntu?
Foi essa a pergunta que fiz a um tempo atrás...
_ Trabalho com artes visuais.
_ Quero fazer um jornal.
_ Não, só quero escrever um texto legal e compartilhar com a galera.

Estas são afirmações legítimas de utilizadores que precisam trabalhar com fontes.
Bom como não sou nenhum expert em LINUX e estava viciado em WINDOWS, que possui um hierarquia simples de pastas e é muito fácil achar onde, ou pelo aumenos deduzir onde colocar as fontes para funcionar.
Naaada. Olha, o pouco tempo que tenho como usuário LINUX não posso, nem devo, desqualificar este excelente SIstema Operacional dessa forma.
Bom, como para qualquer "bom entendedor" uma vírgula basta, deixo a "twitada". (risos)
"Explore as pastas de sistema"
Isso mesmo, explore as pastas do sistema, literalmente.
Na época, uns 8 meses atrás, pesquisei na internet mas não achei tão fácil "Como inserir fontes no Ubuntu", e ainda pior, como fazer isso se tinha que fazer um material que não poderia ir com um estética que não tivesse a minha cara. Ou seja, muita bagunça.
Caros, nas 1:40 e poucos minutos que demorei para encontrar esta pasta aprendi muito mais do as 2:20 poucos que pesquisei na internet.
Compreendi, por osmose, como funciona a hierarquia do LINUX, para o Ubuntu claro.
E aprendi que para você instalar programas, fontes, temas, etc. É necessário que você saiba o que está fazendo. Ao contrário do procedimento que adotamos no WINDOWS onde sempre há um programinha que faz por você. Puuutz.
Sem maisn blá, blá, blá...
Toma aí.

Pela linha de comando:
[ sudo cp /home/augusto/Desktop/fontesnovas/ *.ttf /usr/share/fonts/truetype ]

No caso copiei do meu usuário para a pasta share que compartilha com todos os usuários as minhas fontes. O argumento *.ttf copia todos os arquivos que forem TTF para a fonte truetype.
Se tivesse além de arquivos TTF, arquivos de outros formatos acrecsente espaço acrescido de *.extensão do arquivo.
[ sudo cp /home/augusto/Desktop/fontesnovas/ *.ttf *.extensãoarquivo /usr/share/fonts/truetype ]

Caso haja restrições de permissão para escrita na pasta você pode utilizar o comando [chmod]
exemplo:
[ cd /usr/share/fonts ]
[ sudo chmod 777 /truetype ]
[ sudo cp /home/augusto/Desktop/fontesnovas/ *.ttf /usr/share/fonts/truetype ]

O argumento 777 altera as permissões para leitura, escrita e execução para todos os usuários, ou seja, se você utiliza sua máquina com mais pessoas elas poderão apagar ou inserir novos arquivos nesta pasta. Mas pode ficar tranquilo nenhum usuário saberá se você não contar.
Além disso, agora você pode copiar e colar da forma antiga [ CTRL+C CTRL+V ] ou selecionar e arrastar...


















Existe um pacote com fontes que a Microsoft liberou para utilizarmos e você pode instalar através do Synaptic:

















Vá em pesquisar e escreva msttcorefonts e instale o pacote.

Bom trabalho.

Como fazer backup de aqruivos .deb instalados

Sempre testo versões de distribuições tipo E-live, Linux Educacional 3.0, Dine.Bolic, dentre outros,por isso sempre enfrento dificuldades de baixar os mesmos app que tinha antes e quase sempre esqueço alguma coisa. Pensando nisso, vasculhei as pastas do meu ubuntu, e consegui achar este local: [ /var/cache/apt/archives ] é onde ficam guardados os pacotes .deb que você baixa da internet. Fazer backup deles permitirá que você os instale em outras máquinas, reinstale na mesma máquina ou distribua em um CD ou DVD. Dessa forma você não precisa baixá-los novamente na próxima instalação.

TUTORIAL CLONAGEM HD

TUTORIAL CLONAGEM HD

Plugar o Hd matriz como slave e o clone (a ser clonado) como mestre.
Reconhecer na BIOS
Bootar SystemRescueCD

Entende-se que:

sda1 = master
sdb = slave

sda ou hda é o HD que será utilizado para receber a imagem.
sdb ou hdb é o HD ORIGINAL que irá enviar a imagem.









Sequência de Comandos 1ª Part
e:
Após bootar com o SystemRescueCD

fdisk -l (listar dispositivos montados)
Será mostrado os dispositivos que estão montados.

NOTA: Os HDs que foram preparados para o laboratório possuem as partições similares ao que é mostrado a seguir:

Device Boot Start End Blocks Id System
/dev/sdb1 1 787 2850592+ 83 Lynux
/dev/sdb2 5 Extended
/dev/sdb5 82 Lynux Swap / Solaris

mount /dev/sda1 /mnt
(monte /dispositivo/expecífico /pontodemontagem)

Pode acontecer de ser pedido para fornecer o tipo do sistema de arquivos. Bom, eu utilizei o cfdisk que está
dentro das distribuições atuais de LINUX.

Formatei a unidade SDA como PRIMÁRIA e sistema NTFS (que é um formato “inferior”) depois usei:

mkfs.ext3 /dev/sda1 para formatar o sistema para EXT3 (bem melhor), pode parecer confuso, mas é igual cartucho de SNES "se soprar funciona". Dá certo. Se foi solicita esta opção você deverá novamente montar o sda: mount/dev/sda1 /mnt
Se não for solicitado esta opção ignore esta etapa.


mount
(listar dispositivos montados, uma mensagem aparecerá: /dev/sda1 on /mnt type ext3 (rw)
(dispositivo/expecífico ligado em /pontodemontagem tipo de sistema de arquivos ext3 com permissão de leitura e escrita)

df -h
(verifica quanto de espaço há no dispositivo, informa o tamanho total do dispositivo, quanto está sendo utilizado, quanto está disponível e onde está montado)

cd /mnt
(vai acessar o Hd montado)

ls
(vai listar o que há dentro do dispositivo)
Verifique se está dentro dentro do ponto de montagem /mnt com o comando: pwd


INICIANDO CRIAÇÃO DE IMAGEM PARA CLONAGEM

dd if=/dev/sdb of=nomedaimagem.iso
(Cópia binária de=/dispositivo/específico para onde você vai copiar seguido do nomedaimagem.iso).

Entendendo a sintaxe: dd if=/dev/sdb of=nomedaimagem.iso

criamos de sdb (HD ORIGINAL) [ dd if=/dev/sdb] para sda1 (HD CLONE [of=nomedaimagem.iso] uma imagem com extensão [.ISO] lembrando que estamos dentro de /mnt, ou seja sda1.

Sugestão: Para verificar o "status" utilize o comando: du nomedaimagem.iso durante o processo que será informado quanto já foi executado da tarefa.

Após o processo de clonagem aparecerá uma mensagem similar à esta:

16548754671454+0 records in
16548754671454+0 records out
65487568742135 bytes (3.2 GB) copied, 589.469 s, 5.5 MB/s

halt
(para desligar e desconectar o HD ORIGINAL)



Sequência de Comandos 2ª Parte:
Após bootar com o SystemRescueCD

Nesta etapa após desligar o computador retire apenas o HD sdb (HD ORIGINAL) e plugue um HD que esteja limpo ou pronto para receber a imagem ISO. O HD sda possui uma imagem ISO do HD ORIGINAL que acabamos de clonar. Nesta etapa enviaremos a imagem que está no HD sda para um novo HD, sdb.

sda1 = master
sdb = slave

sda ou hda é o HD que possui a imagem ISO que criamos a partir do HD original.
sdb ou hdb é o HD LIMPO que irá receber a imagem.

Não se esqueça de retirar o HD Matriz (ver gráfico) e inserir outro HD limpo para receber a imagem que enviamos para /dev/sda1
Ao conectar refazer a parte de reconhecimento na BIOS e bootar novamente com o System RescueCD

fdisk -l (listar dispositivos montados)


mount /dev/sda1 /mnt
(monte o dispositivo hd1 no local ou ponto de montagem "mnt")

mount
(para conferir, será mostrado uma mensagem informando o ponto de montagem /dev/sda1 on /mnt type ext3 (rw)
(dispositivo monatdo em "mnt tipo de sistema de arquivos ext3 (permissão de leitura e escrita)

cd /mnt
(acessar o local)

ls
(listar seu conteúdo)

du -h nomedaimagem.iso
(du= mostra o tamaho de disco usado)

dd reverso: vai enviar a imagem criada para o HD clone

Considerando que você está dentro de /mnt

Efetivamente CLONANDO
Enviando a imagem ISO para o HD limpo

dd reverso:

dd if=nomedaimagem.iso of=/dev/sdb
(duplicar disco de=nomedaimagem.iso para=/dispositivo/expecífico)

Após o processo de clonagem aparecerá uma mensagem similar à esta:

16548754671454+0 records in
16548754671454+0 records out
65487568742135 bytes (3.2 GB) copied, 589.469 s, 5.5 MB/s

halt
(para desligar e desconectar o HD clonado)

NOTA: Os comandos estão representados pelas palavras em negrito, abaixo em parênteses está uma explicação menos técnica para auxiliar quem necessite.
Há ainda que ressaltar: o HD que irá receber a imagem ISO deverá ter capacidade de armazenamento superior ou igual ao que está sendo clonado. O dd if clona a MBR.

"Realizei esta operação com outra distribuição também, utilizei o Ubuntu 9.04, esta versão também é boa para fazer esse tipo de operação pois além de ter interface gráfica, um mecanismo que "humaniza" o procedimento torna mais confortável e menos alienante".